A partir de hoje, quatro concessionárias, que já têm o cofrinho bem gordo, engordam-no ainda mais com o aumento médio de 1,5% sobre as tarifas de pedágios nas rodovias do Paraná.
Esse pedágio no Paraná é uma sina. Requião, ainda nas bradações de campanha eleitoral, intimidava: "...ou baixa, ou acaba!". Coitado, nem ele, sendo atual governador, pode arrumar a cagada feita pelos lesados políticos que se metem, à besta, nas adminstrações públicas.
Devíamos ir atrás dos nomes das pessoas que assinaram o contrato de concessão para ficar sabendo quem foram os reais responsáveis por permitir uma cláusula que diz "Cabe do DER-PR apenas concordar ou discordar com o cálculo apresentado pelas concessionárias" (cláusula XIX).
Provavelmente, os mesmos porcos que assinaram essa permissão estão agora reclamando e fazendo demagogia frente à mídia sobre os preços dos pedágios.
Todos, exceto as concessionárias, reclamam do aumento? Privatizem as escolas também, como tanto prega a Veja. Privatizem as secretarias, o SUS, os clubes, as praças, enfim, privatizem! Mas, deixem o contrato nas mãos de pessoas analfabetas para que estas sim rejeitem a cláusula indispensável: "...cabe concordar ou discordar da tarifa tal..."
Esse pedágio no Paraná é uma sina. Requião, ainda nas bradações de campanha eleitoral, intimidava: "...ou baixa, ou acaba!". Coitado, nem ele, sendo atual governador, pode arrumar a cagada feita pelos lesados políticos que se metem, à besta, nas adminstrações públicas.
Devíamos ir atrás dos nomes das pessoas que assinaram o contrato de concessão para ficar sabendo quem foram os reais responsáveis por permitir uma cláusula que diz "Cabe do DER-PR apenas concordar ou discordar com o cálculo apresentado pelas concessionárias" (cláusula XIX).
Provavelmente, os mesmos porcos que assinaram essa permissão estão agora reclamando e fazendo demagogia frente à mídia sobre os preços dos pedágios.
Todos, exceto as concessionárias, reclamam do aumento? Privatizem as escolas também, como tanto prega a Veja. Privatizem as secretarias, o SUS, os clubes, as praças, enfim, privatizem! Mas, deixem o contrato nas mãos de pessoas analfabetas para que estas sim rejeitem a cláusula indispensável: "...cabe concordar ou discordar da tarifa tal..."
Agora, essa coisa chamada Justiça não é brincadeira hein? E pensar que o que entendemos e praticamos como Justiça não passa de um elemento cultural, sócio-histórico. Ou seja, não é e nunca foi permanente! É criada, engordada e mantida por... homens! Mecanismo feito por pessoas; não uma"coisa" sobrenatural e endeusadamente inquestionável. A questão é: a quê e a quem serve esta Justiça?
08:39
Eder José














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