Essa interessa, e muito, aos usuários do SAS - Sistema de Serviço à Saúde.
Ouvi, de uma boca bem pequena, que um médico que atende (melhor, atendia) no hospital ligado ao Estado pelo SAS recusou-se a fazer um procedimento cirúrgico em uma paciente. E, por tal, foi demitido.
O açougue afirma incompatibilidade de horários do médico.
O médico (não digo o nome, mas saibam que é um profissional admirável, raríssimos como milagrosamente existem) não afirma, mas sussurra que não fez a cirurgia porque não costuma trabalhar com equipamentos enferrujados. (!)
Fuçando em coisas a respeito, encontrei uma ata de uma reunião entre representantes do SAS e do açougue. Reproduzo um excerto:
Dos instrumentos enferrujados a ata não fala.
Sabemos que o Estado do Paraná repassa um valor baixo pelo serviço. Mas, isso não justifica que o atendimento, que por vontade própria cedeu à negociação, seja tão precário assim. De que pôrra adianta TV e Ar, wireless, GPS e o diabo a 4, se o médico, com muita competência, se nega a fazer a cirurgia por não ter instrumentos adequados?
Assim, não se estranha mesmo a sala do Carneiro (médico de perícias e atestados do SAS) estar diariamente entupida de servidores.
Vou deixar aqui um telefone que pessoas muito mais inteiradas do assunto me passaram para que se ligue pedindo uma averiguação dessa nebulosa demissão. O fone é de Curitiba e dá numa espécie de auditoria, que compete fiscalizar.
Liguem e questionem! É um fone governamental, mas talvez funcione. Médicos de excelente qualidade profissional estão sendo demitidos por não participarem de atos secretos de médicos/administradores que têm o paciente como a coisa menos importante num hospital.
O açougue afirma incompatibilidade de horários do médico.
O médico (não digo o nome, mas saibam que é um profissional admirável, raríssimos como milagrosamente existem) não afirma, mas sussurra que não fez a cirurgia porque não costuma trabalhar com equipamentos enferrujados. (!)
Fuçando em coisas a respeito, encontrei uma ata de uma reunião entre representantes do SAS e do açougue. Reproduzo um excerto:
Sabemos que o Estado do Paraná repassa um valor baixo pelo serviço. Mas, isso não justifica que o atendimento, que por vontade própria cedeu à negociação, seja tão precário assim. De que pôrra adianta TV e Ar, wireless, GPS e o diabo a 4, se o médico, com muita competência, se nega a fazer a cirurgia por não ter instrumentos adequados?
Assim, não se estranha mesmo a sala do Carneiro (médico de perícias e atestados do SAS) estar diariamente entupida de servidores.
Vou deixar aqui um telefone que pessoas muito mais inteiradas do assunto me passaram para que se ligue pedindo uma averiguação dessa nebulosa demissão. O fone é de Curitiba e dá numa espécie de auditoria, que compete fiscalizar.
Liguem e questionem! É um fone governamental, mas talvez funcione. Médicos de excelente qualidade profissional estão sendo demitidos por não participarem de atos secretos de médicos/administradores que têm o paciente como a coisa menos importante num hospital.
0800-413738
08:44
Eder José















